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quarta-feira, 10 de julho de 2013

Especial da Semana- Seguro-Desemprego - Pescador Artesanal

O QUE É
É uma assistência financeira temporária concedida ao pescador profissional que exerça sua atividade de forma artesanal, individualmente ou em regime de economia familiar, ainda que com o auxílio eventual de parceiros, que teve suas atividades paralisadas no período de defeso.
REQUISITOS PARA REQUERER O BENEFÍCIO
Terá direito ao Seguro-Desemprego o pescador que preencher as seguintes condições (Habilitação):
I - Ter registro como Pescador Profissional devidamente atualizado no Registro Geral da Pesca - RGP como pescador profissional, classificado na categoria artesanal, emitido pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República - SEAP/PR, com antecedência mínima de 1 (um) ano da data do início do defeso;
II - Possuir inscrição no Instituto Nacional do Seguro Social - INSS como segurado especial;
III - Possuir comprovação de venda do pescado a adquirente pessoa jurídica ou cooperativa, no período correspondente aos últimos doze meses que antecederam ao início do defeso;
IV - Na hipótese de não atender ao inciso III e ter vendido sua produção à pessoa física, possuir comprovante de, pelo menos, dois recolhimentos ao Instituto Nacional do Seguro Social - INSS em sua própria matrícula no Cadastro Específico - CEI, no período correspondente aos últimos doze meses que antecederam ao início do defeso;
V - Não estar em gozo de nenhum benefício de prestação continuada da Previdência Social, ou da Assistência Social exceto auxílio-acidente e pensão por morte;
VI - Comprovar o exercício profissional da atividade de pesca artesanal objeto do defeso e que se dedicou à pesca, em caráter ininterrupto, durante o período compreendido entre o defeso anterior e o em curso; e
VII - Não ter vínculo de emprego ou outra relação de trabalho, tampouco outra fonte de renda diversa da decorrente da atividade pesqueira.
QUANTIDADE E VALOR DAS PARCELAS
A lei garante ao pescador receber tantas parcelas quantos forem os meses de duração do defeso, conforme portaria fixada pelo IBAMA.
O valor de cada parcela é de um salário mínimo.
COMO REQUERER
O benefício do Seguro-Desemprego, será requerido pelo pescador profissional na categoria artesanal, na Delegacia Regional do Trabalho - DRT, ou no Sistema Nacional de Emprego - SINE, ou ainda, nas entidades credenciadas pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, mediante a apresentação dos seguintes documentos:
I - formulário de requerimento, em modelo aprovado pelo Ministério do Trabalho e Emprego - MTE, preenchido em duas vias;
II - carteira de identidade ou carteira de trabalho;
III - comprovantes de inscrição no PIS/PASEP e no Cadastro de pessoa Física - CPF;
IV - carteira de registro de Pescador Profissional devidamente atualizada, emitida pela Secretaria Especial de Aqüicultura e Pesca da Presidência da República - SEAP/PR, cuja data do primeiro registro, no RGP, comprove a antecedência mínima de 1 (um) ano da data do início do defeso;
V - declaração pessoal de que não dispõe de outra fonte de renda diversa da decorrente da atividade pesqueira;
VI - cópia de, pelo menos, dois comprovantes de venda de pescado ou comprovante de recolhimento, ao INSS, de, pelo menos, duas contribuições previdenciárias, na forma do disposto nos incisos III e IV do art. 2º;
VII - comprovante do número de inscrição do trabalhador - NIT/CEI; e
VIII - quando pescador profissional que opera, com auxilio de embarcação, na captura de espécies marinhas, apresentar cópia do Certificado de Registro da Embarcação, emitido pela SEAP/PR, comprovando que a permissão de pesca concedida é direcionada para a captura da espécie objeto do defeso.
PRAZO PARA REQUERER
O beneficio será requerido a partir do trigésimo dia que anteceder o início do defeso até o seu final, não podendo ultrapassar o prazo de 180 (cento e oitenta) dias.
Nos casos em que o defeso for mais de 180(cento e oitenta) o pescador não poderá não ultrapasse o prazo de 180 dias.
Salientamos que nos casos em que o defeso for antecipado, o prazo de requerer também será antecipado.
QUANDO E ONDE RECEBER:
A primeira parcela estará disponível a partir de 30 (trinta) dias da data do início do defeso.
O pescador deve dirigir-se à agência da CAIXA ou nas Casas Lotéricas e Caixa AQUI para recebimento com o Cartão do Cidadão
COMO PROCEDER CASO O BENEFÍCIO SEJA INDEFERIDO
Nos casos de indeferimento da concessão do benefício, o pescador poderá interpor recurso junto ao MTE, por intermédio das Delegacias Regionais do Trabalho, no prazo de até 12 (doze) meses, contados da data do início do período do defeso, bem como nos casos de notificações e reemissões.
font:http://portal.mte.gov.br/seg_desemp/seguro-desemprego-pescador-artesanal.htm

sexta-feira, 5 de julho de 2013

Agrifal 2013 começa no Hangar com quase 10 mil visitantes


Carlos Sodré /Ag. Pa
Arimar Feitosa, morador da comunidade do Maguari, no município de Belterra, no oeste paraense, desenvolveu o couro ecológico, que apresenta durante a feira

Da Redação
Agência Pará de Notícias
Atualizado em 04/07/2013 às 10:46

Cerca de 10 mil pessoas já passaram pelo Hangar Convenções e Feiras da Amazônia, onde acontece a Feira da Agricultura Familiar da Amazônia Legal (Agrifal), aberta oficialmente na noite desta quarta-feira (3), pelo vice-governador do Pará, Helenilson Pontes. Esta é a segunda edição do evento, que reúne em Belém agricultores familiares de 80 municípios paraenses, representantes de seis Estados da Amazônia Legal e delegações do Suriname, da Itália e da Espanha.
A Agrifal 2013, já considerada um dos maiores eventos de exposição, comercialização e divulgação da produção agrícola familiar na Amazônia Legal, reúne 600 produtos desse ramo da agricultura, de todas as regiões do Pará. Alguns participam de projetos experimentais desenvolvidos pela Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Pará (Emater), realizadora do evento. Esse é o caso de Arimar Feitosa, morador da comunidade do Maguari, no município de Belterra, no oeste paraense. Da fusão de algodão cru com látex, ele desenvolveu o couro ecológico, um processo que aumentou a renda da família e gerou emprego para 25 outras famílias no município, e sem agredir o meio ambiente.
A Feira, que também quer aproximar o mundo rural do público urbano, dispõe de uma vasta programação técnica, incluindo cursos sobre apicultura, avicultura básica, pastejo rotacionado, comercialização, gestão de propriedade, comercialização e painéis interativos, que abordam o manejo de açaizal nativo e dendê consorciado para a agricultura familiar. A programação oferece ainda seminários e oficinas sobre técnicas básicas de fotografia e cozinha saudável.
Um espaço foi montado na Agrifal para mostrar, com recursos audiovisuais e instalações de miriti, equipamentos utilizados em décadas passadas e projetos inovadores, que ajudaram a mudar a produção agropecuária na Amazônia.
“Pela amplitude que tomou esse projeto, fazer a Agrifal 2013 foi vencer grandes desafios. A Feira que pensamos para ser da Amazônia Legal, hoje tem cunho internacional”, ressaltou Cleide Amorim, presidente da Emater.
Para esta quinta-feira (4), as programações envolvem mesas redondas, para debater o programa de indicação geográfica. Estão confirmadas as participações dos professores Giovanni Belletti e Silvia Scaramuzzi, da Universidade de Firenze (Itália). O tema Cooperativismo e tendência de gestão cooperativista no cenário atual será abordado pelo professor José Daniel Gomes Lopez, da Universidade de Alicante (Espanha).

Texto:
Iolanda Lopes - Emater
Fone: (91) 3256- 5410 / (91) 9168-0535
Email: iolanda1lopes@hotmail.com / ascomematerpara@gmail.com
Font:http://www.agenciapara.com.br/noticia.asp?id_ver=129947 

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